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7ª edição de “HÁ MÚSICA NO JARDIM!” 11 E 12 DE SETEMBRO DE 2020

HÁ MÚSICA NO JARDIM! conhece a sua sétima edição em 2020, neste mês de Setembro, depois do seu adiamento forçado em Junho, numa versão reduzida e com regras especiais de controle e de segurança impostas pela crise sanitária Covid-19. Como sempre, encontro marcado com a música no magnífico anfiteatro ao ar livre, localizado no jardim da Quinta de S. Jerónimo, em Coimbra. A entrada é livre, com lotação limitada e controlada e levantamento obrigatório de bilhetes (Alma Shopping, balcão de informação). A cultura não pode parar! Faça-nos companhia!

Promotor: Clube Residencial Cidade Jardim

REGRAS DE SEGURANÇA 
As regras de segurança para acesso do público ao “Há Música no Jardim!”, que se realiza no anfiteatro ao ar livre da Quinta de São Jerónimo seguem as recomendações da Direção Geral de Saúde

Receberemos os espectadores com toda a segurança e confiança.

CONDIÇÕES DE ACESSO A BILHETES

Os bilhetes ficam disponíveis para levantamento no Alma Shopping (balcão de informação). 

ACESSO AO RECINTO

A entrada é livre mediante apresentação de bilhete.
A entrada é feita a partir das 20h30 (dia 11) / 17h30 (dia 12) e preferencialmente até 15 minutos antes do início do espectáculo.

Lugares sentados e sinalizados.
Os lugares laterais têm visibilidade reduzida.
O espetáculo não tem intervalo.

O recinto não dispõe de lugar para Coabitantes.

Não é permitida a entrada no recinto após o início do espectáculo.

Para segurança de todos, aconselhamos que apenas se dirija ao local do espetáculo se for portador de bilhete de acesso.

11 SETEMBRO| 21H00

LUÍS PORTUGAL E RUI VILHENA

“POETAS COM VOZ”

LUÍS PORTUGAL

Luís Portugal é convidado a integrar o grupo JAFUMEGA em 1977 e, juntamente com Eugénio, Pedro e Mário Barreiros, José Nogueira e Álvaro Marques, deixa-nos um dos legados musicais mais importantes da música moderna portuguesa.

1992 é o ano do retorno aos discos: “Coisas Simples”, o seu primeiro trabalho a solo, tem produção de Jorge Filipe e Telmo Marques, e colaboração, entre outros, dos Vozes da Rádio.

Depois de uma aturada recolha musical por Trás-os-Montes, surge em 1995 o trabalho “Alta Vai a Lua”, que vem alargar o campo musical onde Luís se movia até então. Em 1998 é convidado pelo guitarrista clássico Paulo Vaz de Carvalho, a dar expressão ao trabalho de Adriano Correia de Oliveira, numa justa homenagem. Luís Portugal continua hoje a interpretar alguns “cantautores de Abril “, com destaque para José Afonso, em produções encomendadas.

“Luís Portugal ao vivo” é o registo em 2000, concebido e gravado em Tondela, no espaço ACERT, no qual, para além de quatro temas originais, o cantor revisita canções intemporais que povoam a sua carreira. Em 2012, Luis Portugal está de volta aos palcos, com banda, e ao mercado discográfico com um novo trabalho, que tem como single de estreia “Perto da Paixão”.

“Poetas com Voz”, espetáculo intimista e abrangente, em que a língua e os poetas portugueses são os convidados, é o projecto que traz ao “Há Música no Jardim!”.

RUI VILHENA

Rui Vilhena é um dos grandes guitarristas portugueses da actualidade e também integrante dos “Vozes da Rádio”, uma das maiores referências da música acapella do nosso país.

12 SETEMBRO| 18H00

ANDRÉ SANTOS E BRUNO SANTOS

“MANO A MANO”

MANO A MANO

O projecto “Mano a Mano” reúne os irmãos madeirenses Bruno Santos (1976) e André Santos (1986). Reconhecidos guitarristas no meio jazzístico português, com um percurso firmado desde há anos, partilham uma parceria a qual já produziu três discos e se apresentou em vários espectáculos, em paralelo com trabalhos a solo ou em projectos colectivos. O primeiro disco de instrumentais foi preenchido maioritariamente com versões; o segundo, editado em 2017, já apresentou alguns temas originais. Já o terceiro, recentemente editado, é quase todo preenchido com originais, assinados por Bruno e por André, exceptuando os temas Noites da Madeira, do pianista e compositor madeirense Tony Amaral (1938-2016) e Stardust, do também pianista e compositor norte-americano Hoagy Carmichael (1899-1981).

“Ainda temos muito por onde andar”, diz André. Bruno acrescenta: “Neste volume fizemos um upgrade para o repertório de originais, mas há outras ideias na calha. E pensar a dois ajuda muito.” (excerto de entrevista ao jornal “Público” Janeiro 2020).

https://www.publico.pt/2020/01/16/video/mano-mano-vivo-auditorio-publico-20200116-162214